Isso é furto, sabia?
Ahn?!?
Isso. Você não pode ir pegando as minhas coisas e levar pra sua casa. Já sumiu o meu casaco, você não devolveu meu livro. Cadê meus CDs?
Você não disse que a gente vai se casar? Futuramente, a casa vai ser uma só e você vai ter suas coisas de volta.
E se a gente não casar?
Aí ficamos quites. Você mentiu e eu furtei.
Trocar ideias sobre assuntos variados sem qualquer compromisso literário ou informativo. Portanto, se você procura literatura ou notícias atualizadas, melhor ler outra coisa.
domingo, 10 de outubro de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Crianças dos anos 80
Já estava quase dormindo, misturando realidade e sonho, quando o Alex bate na porta:
- Tá acordada?!? Vamos jogar River Raid?
O quê? Como assim? Atari? Onde?
Foi como se o trajeto do meu quarto para o dele fosse um túnel do tempo. Voltei 20 anos! E reencontrei velhos amigos. Quantas tardes gastas jogando Pac-Man.
Essa dica é para a galerinha nascida no fim dos anos 70, comecinho dos 80 e que curtiu muito jogando Atari.
Ficou com vontade? Acesse aí: http://jogosdeatari.com.br/
- Tá acordada?!? Vamos jogar River Raid?
O quê? Como assim? Atari? Onde?
Foi como se o trajeto do meu quarto para o dele fosse um túnel do tempo. Voltei 20 anos! E reencontrei velhos amigos. Quantas tardes gastas jogando Pac-Man.
Essa dica é para a galerinha nascida no fim dos anos 70, comecinho dos 80 e que curtiu muito jogando Atari.
Ficou com vontade? Acesse aí: http://jogosdeatari.com.br/
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Putz,que vergonha
Foi exatamente isso que eu senti há pouco ao ver a matéria veiculada recentemente pela Sportv sobre o Paraguai. Numa tentativa frustrada de fazer piadinha e ser engraçadinho, o canal caiu no mais puro preconceito. Pior, transpareceu ignorância. Em três minutos e meio, a reportagem faz pouco caso da cultura e das tradições paraguaias, ridiculariza seu povo e faz piada com a economia local. Se você ainda não viu, não perca a oportunidade de assistir no YouTube e sentir vergonha você também.
http://www.youtube.com/watch?v=nHGL8pbFWDk
Sabe aquela mania que brasileiro tem de fazer piada de tudo? Dessa vez não deu certo.
Ao menos o canal reconheceu o erro e se desculpou.
Espero que os paraguaios nos perdoem porque se eles resolverem fazer um vídeo ridicularizando a gente, não vai faltar motivo.
http://www.youtube.com/watch?v=nHGL8pbFWDk
Sabe aquela mania que brasileiro tem de fazer piada de tudo? Dessa vez não deu certo.
Ao menos o canal reconheceu o erro e se desculpou.
Espero que os paraguaios nos perdoem porque se eles resolverem fazer um vídeo ridicularizando a gente, não vai faltar motivo.
sábado, 12 de junho de 2010
...
Nessa época do ano, a casa já estaria verde e amarela. E junto contigo faria uma verdadeira maratona para ver a maior parte dos jogos. Gritar até ficar rouca e fazer simpatia para secar França e Argentina. A bandeira já estaria na varanda e no carro. E qualquer jogo por menos empolgante que fosse era motivo pra ficar junto rindo. Até os copos da cozinha a gente trocava por outros de plástico nas cores da bandeira.
Era aquela vontade de voltar correndo pra casa e assistir aos jogos ao seu lado, te encher de beijo e de abraços. Comentar cada jogada. Fazer previsões. E depois do jogo, continuar em frente à TV assistindo aos comentários, criticar a falta de noção do Galvão Bueno.
Prometi a mim mesma que curtiria essa Copa intensamente por mim e por você. Mas já me dei conta de que não tem como. Essa tem um gosto diferente. Acabei de descobrir que não eram os jogos os responsáveis por aquela emoção grande sentida dentro de mim a cada quatro anos. Era você pertinho do meu lado que me fazia a mais feliz das criaturas. Te amo e sinto mais sua falta a cada instante!
Era aquela vontade de voltar correndo pra casa e assistir aos jogos ao seu lado, te encher de beijo e de abraços. Comentar cada jogada. Fazer previsões. E depois do jogo, continuar em frente à TV assistindo aos comentários, criticar a falta de noção do Galvão Bueno.
Prometi a mim mesma que curtiria essa Copa intensamente por mim e por você. Mas já me dei conta de que não tem como. Essa tem um gosto diferente. Acabei de descobrir que não eram os jogos os responsáveis por aquela emoção grande sentida dentro de mim a cada quatro anos. Era você pertinho do meu lado que me fazia a mais feliz das criaturas. Te amo e sinto mais sua falta a cada instante!
Pra quem quiser secar a Argentina
Dica para quem quiser secar a Argentina ou qualquer outra equipe nessa Copa do Mundo.
http://www.voodoocopa.com.br/
Confesso que na estreia de hoje da Argentina, comecei torcendo contra e acabei virando a casaca porque os hermanos estavam merecendo mesmo a vitória.
http://www.voodoocopa.com.br/
Confesso que na estreia de hoje da Argentina, comecei torcendo contra e acabei virando a casaca porque os hermanos estavam merecendo mesmo a vitória.
sábado, 5 de junho de 2010
Na minha cadeira ou na tua

No fim de abril, Juliana Carvalho veio a Brasília lançar o “Na minha cadeira ou na tua” lá na livraria Cultura do shopping Casa Park. Eu tive a chance de entrevistá-la ao vivo na rádio. E foi durante a conversa descontraída que eu fiquei com vontade de ler o livro. Vontade que me fez ir ao lançamento naquele mesmo dia da entrevista depois de sair da rádio.
Só pelo título já dá para perceber que apesar de ser uma história de dificuldades e superações, a narrativa de Juliana passa longe de ser algo pesado e triste. Na verdade, é justamente o oposto. Ri à beça lendo o tanto que essa gaúcha aprontou desde pequena e apronta até hoje. Sério, essa mulher precisa até um pouco de juízo!
Ao longo das quase 250 páginas, a autora conta em forma diário trechos mesclados da vida antes e depois da cadeira de rodas. Leitura leve e descontraída. Mas o otimismo e o humor de Juliana são na dose certa. Não tentam enganar o leitor vendendo a ideia de que a vida de um cadeirante é um conto de fadas. As dificuldades estão ali com toda sua intensidade. Mas enquanto grande parte das pessoas sentiria pena de si mesma, a autora faz piada da própria história e segue adiante.
Enfim, fica aí a dica. O livro na Cultura custa R$ 29,90. Diversão garantida.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
“Homicídio doloso”
Há (com H e acento agudo porque é um verbo no sentido de existir) um tempo já que eu tenho ficado assustada com erros de português grotescos cometidos por jornalistas formados.
Acho que a maior parte das pessoas comete um deslize aqui ou ali, mas há erros que são simplesmente imperdoáveis.
Costumo dizer que o que esse pessoal devia responder por “homicídio doloso”, já que estão assassinando a gramática e a ortografia e com a intenção de matar.
Se você acha que exagero, tire as próprias conclusões. Vou contar os milagres, mas poupar os santos.
Abaixo um trecho de uma matéria publicada em um dos sites de notícias mais conhecidos do DF no último fim de semana. Em dois parágrafos, três “atentados terroristas” contra o idioma
“O delegado da 9ª DP disse que não houveram grandes divergências entre os quatro depoimentos. Agora, ele espera encontrar a lancha para realizar a perícia e ouvir as demais testemunhas que estavam na embarcação, inclusive as internadas, para depois fazer a análise geral e conclusões. O prazo para a conclusão das investigações é de 30 dias a partir da data de instauração de inquérito que aconteceu hoje.
Júnior afirmou que pilota a quatro anos, tem a lancha a dois e que costumava fazer passeios no lago com a família e também os passeios noturnos. Ele conheceu as pessoas no churrasco, por meio do amigo, Marcos Paulo, que namora Júlia, que é amiga das demais jovens.”
“Houveram”? “Houveram”? Não me conformo....
E esse “a” solto aí sem razão. Agora “a” é verbo?
Cruz credo!
Mas a repórter acima não é a única que deve responder pelo crime. Há uma verdadeira “quadrilha” empenhada em “exterminar” a nossa língua mãe.
A quantidade de paraliZação escrito dessa forma que aparece em releases que recebo não tem nem como contar.
E o pessoal que está na universidade devia ficar atento. Mandar e-mail pedindo emprego com erros de português do tipo: “já trabalhei em acessoria” é “suicídio profissional”.
Acho que a maior parte das pessoas comete um deslize aqui ou ali, mas há erros que são simplesmente imperdoáveis.
Costumo dizer que o que esse pessoal devia responder por “homicídio doloso”, já que estão assassinando a gramática e a ortografia e com a intenção de matar.
Se você acha que exagero, tire as próprias conclusões. Vou contar os milagres, mas poupar os santos.
Abaixo um trecho de uma matéria publicada em um dos sites de notícias mais conhecidos do DF no último fim de semana. Em dois parágrafos, três “atentados terroristas” contra o idioma
“O delegado da 9ª DP disse que não houveram grandes divergências entre os quatro depoimentos. Agora, ele espera encontrar a lancha para realizar a perícia e ouvir as demais testemunhas que estavam na embarcação, inclusive as internadas, para depois fazer a análise geral e conclusões. O prazo para a conclusão das investigações é de 30 dias a partir da data de instauração de inquérito que aconteceu hoje.
Júnior afirmou que pilota a quatro anos, tem a lancha a dois e que costumava fazer passeios no lago com a família e também os passeios noturnos. Ele conheceu as pessoas no churrasco, por meio do amigo, Marcos Paulo, que namora Júlia, que é amiga das demais jovens.”
“Houveram”? “Houveram”? Não me conformo....
E esse “a” solto aí sem razão. Agora “a” é verbo?
Cruz credo!
Mas a repórter acima não é a única que deve responder pelo crime. Há uma verdadeira “quadrilha” empenhada em “exterminar” a nossa língua mãe.
A quantidade de paraliZação escrito dessa forma que aparece em releases que recebo não tem nem como contar.
E o pessoal que está na universidade devia ficar atento. Mandar e-mail pedindo emprego com erros de português do tipo: “já trabalhei em acessoria” é “suicídio profissional”.
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